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| 81.5.26 FÁBRICA DA BALEIA DO BOQUEIRÃO |
| SANTA CRUZ • PORTO DO BOQUEIRÃO |
| CONSTRUÇÃO UTILITÁRIA |
| ARQUITECTURA INDUSTRIAL |
| IMÓVEL DE INTERESSE PÚBLICO |
| (Resolução nº67/99, de 29 de Abril) |
| ÉPOCA DE CONSTRUÇÃO INICIAL: SÉC.XX |
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DESCRIÇÃO: Complexo industrial destinado à transformação de cetáceos e produção dos seus derivados, que inclui a fábrica propriamente
dita, uma plataforma nivelada parcialmente apoiada num aterro com muro de suporte, a rampa de varagem dos animais e o porto
do Boqueirão na medida em que este apoiava a actividade industrial.
O edifício fabril é constituído por uma série de corpos contíguos, de diversas dimensões, onde se destaca o volume da chaminé.
A plataforma nivelada, parcialmente ocupada pelo edifício, tem uma extensa área livre lajeada (a norte e prolongada para nascente)
que era destinada ao esquartejamento dos cetáceos. A rampa sobe desde o porto até ao nível da plataforma ladeando-a na vertente
norte.
A importância do complexo está ligada sobretudo à história da baleação nos Açores e o seu valor patrimonial assenta mais no
seu potencial museológico que na qualidade arquitectónica e no estado de conservação do conjunto.
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| ESTADO DE CONSERVAÇÃO: Ruína |
| FUNÇÃO INICIAL: Indústria baleeira |
| BIBLIOGRAFIA E DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA: A ilha das Flores: Da redescoberta à actualidade (Subsídios para a sua História), Francisco António Nunes Pimentel Gomes, Câmara Municipal de Lajes das Flores, 1997; ”Contribuição para um projecto de salvaguarda e utilização museológica da Fábrica da Baleia da Ilha das Flores”, João Gomes Vieira, in Património e Museus Locais, págs. 107 a 128; Revista Municipal, nº 3, Câmara Municipal das Lajes das Flores, 1998/99; “Santa Cruz das Flores – A Fronteira Ocidental da Europa. 455 anos de História”, suplemento do jornal Expresso das Nove de 20 de Junho de 2003. |
| DATA DE LEVANTAMENTO: 2003-10-21 |
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